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Fora de Manaus: Policiais civis em greve entram em confronto com PM durante passeata em São Paulo

Publicado para Jerry Araújo em quinta-feira, 16 de outubro de 2008 | 16.10.08

Do G1, em São Paulo
Policiais civis em greve entraram em confronto com equipes da Polícia Militar (PM) na Rua Padre Lebret, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, por volta das 16h desta quinta-feira (16).

O grupo que seguia em passeata forçou a passagem por uma primeira barreira formada pelos policiais militares. Houve confonto. Com empurrões e troca de socos, policiais civis romperam o cordão de isolamento. Para conter o grupo que seguia em caminhada, policiais militares que estavam em uma segunda barreira lançaram bombas de efeito moral, tiros de borracha e gás lacrimogênio. O grupo de manifestantes recuou. Carros das equipes de forças especiais da PM foram estacionados em um cruzamento para formar uma barreira compacta contra o avanço da passeata.

Após o retorno dos manifestantes, carros de equipes da Polícia Civil se aproximaram para a região onde foi feito o bloqueio. Após cerca de 10 minutos de tensão, com arremesso de bombas de efeito moral, o grupo de manifestantes se aproximou da barreira e tentava novamente avançar. Por volta das 16h18, novamente foram arremessadas bombas de efeito moral para dispersar o grupo.

Protesto no Palácio

Os manifestantes querem seguir em direção ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo. No caminho, grupamentos de policiais militares estão de prontidão. Há barreiras formadas por PMs da Força Tática, da Tropa de Choque e da Cavalaria. A greve da categoria completa um mês nesta quinta.

Por meio de nota, o governo do estado de São Paulo, informou que as vias públicas situadas ao redor do Palácio dos Bandeirantes são consideradas área de segurança. "Por esse motivo, todas as manifestações populares programadas para esses locais são obrigatoriamente desviadas para áreas próximas, que não se encontram na zona delimitada pela resolução, que abrange as avenidas Morumbi e Giovanni Gronchi e as ruas Combatentes do Gueto, Rugero Fazzano e Padre Lebret".

Ainda segundo outra nota do governo, "o confronto começou no momento em que o comando grevista aceitou proposta do Governo de enviar um representante ao local onde estava concentrada a manifestação para receber um documento com a posição dos manifestantes".

Permitida reprodução deste citada a fonte.

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