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Transporte Coletivo: Catraca de ônibus em Manaus poderá ser livre no dia 30

Publicado para Jerry Araújo em terça-feira, 18 de novembro de 2008 | 18.11.08

Trabalhadores da São José (Filial 07) em frente a garagem da empresa.

Ônibus da Antiga Cidade de Manaus, incendiado no ano passado.

A Polícia Militar reprimiu os protestantes na Av. Constantino Nery

Fonte: Portal Amazônia
Fotos: Fiscais do IMTU
Trabalhadores do sistema de transporte coletivo sugeriram deixar de cobrar a tarifa de ônibus dos passageiros para pressionar os empresários a pagar a parcela do 13º salário no próximo dia 30, como determina a lei. As informações são do Diário do Amazonas.

O Sindicato dos Rodoviários informou que estuda desistir da paralisação do serviço, anunciada na semana passada, mas quer o apoio da prefeitura para deixar livre a catraca do ônibus, a partir do dia 30. O município negou o pedido.

A proposta dos rodoviários foi apresentada ontem (17), durante uma reunião na Procuradoria Geral do Trabalho, realizada para discutir o não-pagamento do 13° salário aos funcionários. A representante da empresa Transmanaus (grupo que representa o consórcio das empresas de ônibus), Gláucia Corrêa, propôs pagar o benefício em parcelas divididas em até seis meses. O procurador-chefe do Trabalho, Audaliphal Hidelbrando, recusou a proposta.

Sindicato

Para o vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, a empresa Transmanaus deixará de fazer o pagamento do 13° salário se não houver uma pressão financeira.

- Os empresários não se sentem ameaçados com a legislação trabalhista. Mas se fizermos eles perderem faturamento com a catraca livre, eles mudam de idéia -, afirmou Oliveira.

Proposta

Para o procurador-chefe do Trabalho, a oferta dos empresários em parcelar o 13° salário infringe os dispositivos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) que prevê o pagamento da primeira parcela do 13° salário até o dia 30 de novembro ou o valor total do benefício até o dia 20 de dezembro.

Ele ameaçou entrar com uma ação contra os empresários, caso a Transmanaus não apresente outra proposta até o dia 25 deste mês. "A oferta dos empresários é absurda e afronta a legislação trabalhista. Se não adotarem uma postura legal diante de seus trabalhadores vou ser obrigado a entrar com uma ação contra eles", afirma.

Permitida reprodução deste citada a fonte.

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