Faltam creches para atender aos filhos dos mais de 115 mil homens e mulheres que atualmente trabalham no Pólo Industrial de Manaus (PIM), segundo informou o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas. A única creche que atende os filhos dos trabalhadores é a da Unidade de Educação ‘Dr. Francisco Garcia’, no Distrito Industrial, zona Sul.
A creche é mantida pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e possui 1.329 vagas para crianças de quatro meses a cinco anos.
Acordo
Pelo último acordo firmado entre empresas e empregados, assinado na última quinta-feira, 24, cada uma das 520 indústrias do PIM deve disponibilizar creche para as crianças de até seis anos. “Com a mudança na redação, ficou acertado que todas as crianças de até seis anos têm esse direito, inclusive os filhos de pais solteiros ou dos pais que trabalham no PIM”, explicou o secretário de Informação do Sindicato dos Metalúrgicos, João Brandão dizendo que o problema é que a demanda é maior que a oferta.
Segundo o secretário de Informação do Sindicato dos Metalúrgicos, uma maneira encontrada pelas empresas para compensar a baixa oferta de vagas para o Ensino Infantil, foi o pagamento de 50% sobre o valor do salário mínimo, para os pais pagarem creches particulares ou alguém que cuide dessas crianças. “Desde o ano passado, as empresas pagam, aproximadamente, R$ 210 para as funcionárias, como auxílio creche. Agora, esse valor também vai ser pago aos homens”, afirmou João Brandão.
Fórum
O presidente do Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam), Maurício Loureiro, entidade que representa cerca de 200 empresas do PIM, disse que o problema de falta de creches não atinge somente os industriários, mas a sociedade em geral, da capital. Ele afirmou que o Cieam vai propor a criação de fórum para discutir o assunto e encontrar uma solução para os próximos anos. “Manaus não tem estrutura de creche. Além do Sesi, não há outras. Isso é um problema que afeta todos os trabalhadores”, disse.
“Acho que será preciso a união dos governos estadual e municipal, entidades sindicais e representantes das indústrias, para achar uma solução”, disse.
Fonte: Portal Amazônia
Permitida reprodução deste citada a fonte.
A creche é mantida pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e possui 1.329 vagas para crianças de quatro meses a cinco anos.
Acordo
Pelo último acordo firmado entre empresas e empregados, assinado na última quinta-feira, 24, cada uma das 520 indústrias do PIM deve disponibilizar creche para as crianças de até seis anos. “Com a mudança na redação, ficou acertado que todas as crianças de até seis anos têm esse direito, inclusive os filhos de pais solteiros ou dos pais que trabalham no PIM”, explicou o secretário de Informação do Sindicato dos Metalúrgicos, João Brandão dizendo que o problema é que a demanda é maior que a oferta.
Segundo o secretário de Informação do Sindicato dos Metalúrgicos, uma maneira encontrada pelas empresas para compensar a baixa oferta de vagas para o Ensino Infantil, foi o pagamento de 50% sobre o valor do salário mínimo, para os pais pagarem creches particulares ou alguém que cuide dessas crianças. “Desde o ano passado, as empresas pagam, aproximadamente, R$ 210 para as funcionárias, como auxílio creche. Agora, esse valor também vai ser pago aos homens”, afirmou João Brandão.
Fórum
O presidente do Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam), Maurício Loureiro, entidade que representa cerca de 200 empresas do PIM, disse que o problema de falta de creches não atinge somente os industriários, mas a sociedade em geral, da capital. Ele afirmou que o Cieam vai propor a criação de fórum para discutir o assunto e encontrar uma solução para os próximos anos. “Manaus não tem estrutura de creche. Além do Sesi, não há outras. Isso é um problema que afeta todos os trabalhadores”, disse.
“Acho que será preciso a união dos governos estadual e municipal, entidades sindicais e representantes das indústrias, para achar uma solução”, disse.
Fonte: Portal Amazônia
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