Passados três anos da previsão de implantação da tarifa social da água, pelo menos 60 mil famílias que compõe a população de baixa renda de Manaus ainda terão de esperar até novembro para começar a ter direito ao benefício. A nova promessa foi feita pelo coordenador do Plano de Abastecimento de Água da Prefeitura, Sérgio Elias.
-A tarifa não poderá ser validada antes das eleições sob o risco de ser interpretada como tentativa de persuasão mediante um benefício, disse.
Tarifa Social
A tarifa social estava prevista para entrar em vigor no dia 4 de julho de 2005, segundo declarações da diretora-presidente Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam) na época, Fátima Gusmão.
O programa é uma contrapartida da prefeitura aos investimentos feitos pela concessionária Águas do Amazonas, segundo Elias. Além da questão eleitoral, o atraso nas obras de expansão da rede também inviabilizou a tarifa social.
-Não podemos implantar a tarifa sem que a água chegue até a casa das pessoas, afirmou Elias.
Ele aponta o período de chuvas e a falta de material para a implantação de rede nos bairros como os principais fatores de atraso nas obras de expansão.
-Nem todo o material utilizado na rede tem aqui. Temos que aguardar chegar de fora, explicou.
Investimento
Até o momento, a prefeitura já investiu R$ 60 milhões em obras no sistema de água de Manaus, dos quais R$ 57 milhões foram conseguidos via empréstimo junto ao governo federal.
O pensionista Anselmo Brandão da Silva, 65, vive com menos de um salário mínimo. Morador do bairro Cidade Nova, zona Norte, ele disse que costuma pagar cerca de R$ 35 na conta de água e afirmou que o valor pesa no orçamento mensal, pois tem prestação de empréstimos consignados na pensão.
A diarista Creuza da Silva Muniz, 27, moradora do mesmo bairro, também é favorável à tarifa.
-Acho que se tivesse uma tarifa mais barata para a gente, seria melhor, disse.
Creuza mora nos fundos da casa da doméstica Âgela Regina Felipe da Silva, 37, na rua 20, do bairro Cidade Nova. Elas dividem uma conta de R$ 40.
-Essa foi a solução encontrada para dividir as despesas, afirmou Âgela. “Se eu tivesse que pagar sozinha, nem sei como seria”.
Fonte: Portal Amazônia
Permitida reprodução deste citada a fonte.
-A tarifa não poderá ser validada antes das eleições sob o risco de ser interpretada como tentativa de persuasão mediante um benefício, disse.
Tarifa Social
A tarifa social estava prevista para entrar em vigor no dia 4 de julho de 2005, segundo declarações da diretora-presidente Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam) na época, Fátima Gusmão.
O programa é uma contrapartida da prefeitura aos investimentos feitos pela concessionária Águas do Amazonas, segundo Elias. Além da questão eleitoral, o atraso nas obras de expansão da rede também inviabilizou a tarifa social.
-Não podemos implantar a tarifa sem que a água chegue até a casa das pessoas, afirmou Elias.
Ele aponta o período de chuvas e a falta de material para a implantação de rede nos bairros como os principais fatores de atraso nas obras de expansão.
-Nem todo o material utilizado na rede tem aqui. Temos que aguardar chegar de fora, explicou.
Investimento
Até o momento, a prefeitura já investiu R$ 60 milhões em obras no sistema de água de Manaus, dos quais R$ 57 milhões foram conseguidos via empréstimo junto ao governo federal.
O pensionista Anselmo Brandão da Silva, 65, vive com menos de um salário mínimo. Morador do bairro Cidade Nova, zona Norte, ele disse que costuma pagar cerca de R$ 35 na conta de água e afirmou que o valor pesa no orçamento mensal, pois tem prestação de empréstimos consignados na pensão.
A diarista Creuza da Silva Muniz, 27, moradora do mesmo bairro, também é favorável à tarifa.
-Acho que se tivesse uma tarifa mais barata para a gente, seria melhor, disse.
Creuza mora nos fundos da casa da doméstica Âgela Regina Felipe da Silva, 37, na rua 20, do bairro Cidade Nova. Elas dividem uma conta de R$ 40.
-Essa foi a solução encontrada para dividir as despesas, afirmou Âgela. “Se eu tivesse que pagar sozinha, nem sei como seria”.
Fonte: Portal Amazônia
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