Fonte: Portal Amazônia
O pedido feito a Assembleia Legislativa do Estado (ALE/AM) pelo Conselho Nacional de Justiça, para que fosse verificada a existência de servidores comissionados com parentesco até terceiro grau com desembargadores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), não foi visto como “intromissão”, segundo declarou o presidente da Casa, deputado Belarmino Lins (PMDB), em pronunciamento na sessão de ontem (18).
O presidente afirmou que tomou a iniciativa de solicitar dos parlamentares que se manifestassem com relação ao pedido de informações feito pelo Conselho Nacional de Justiça, através do seu corregedor.
Ele explicou que pela própria peculiaridade, todo deputado é responsável pela indicação das pessoas vinculadas à sua estrutura parlamentar, cabendo a cada um prestar a informação solicitada. “Não vejo qualquer obstáculo em repassar os dados solicitados pelo CNJ”, declarou.
Quanto ao nepotismo, ‘Belão’ garantiu que o problema já foi resolvido. No ano passado, o presidente da ALE confirmou que mantinha 12 parentes trabalhando em seu gabinete, e que até sua mãe já havia trabalhado em seu gabinete há alguns anos, mas foi exonerada.
Na ocasião, ‘Belão’ afirmou que só demitiria todos os seus familiares se os demais deputados também fizessem o mesmo em seus gabinetes. "Eu nunca escondi, nunca omiti que tenho parentes exercendo funções de confiança na Assembléia”, disse o deputado, na época em que as acusações de nepotismo foram feitas.
Em julho de 2008, a ALE decidiu pela demissão de todos os parentes de deputados da Casa que trabalhavam nos gabinetes.
Questionamentos
O deputado Nelson Azedo (PMDB) afirmou, ontem (18), que não vê como nepotismo o fato de um servidor da ALE ter parentesco com desembargadores. “Desta forma eles estariam sendo prejudicados”, ressaltou.
O pedido do CNJ a Assembleia foi questionado pelo deputado Libeman Moreno (PHS). Segundo ele, a iniciativa merece um estudo técnico da procuradoria, já que ainda existem dúvidas sobre as informações solicitadas. O presidente Belarmino Lins afirmou que a propositura seria encaminhada à Procuradoria.
Permitida reprodução deste citada a fonte.
O pedido feito a Assembleia Legislativa do Estado (ALE/AM) pelo Conselho Nacional de Justiça, para que fosse verificada a existência de servidores comissionados com parentesco até terceiro grau com desembargadores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), não foi visto como “intromissão”, segundo declarou o presidente da Casa, deputado Belarmino Lins (PMDB), em pronunciamento na sessão de ontem (18).
O presidente afirmou que tomou a iniciativa de solicitar dos parlamentares que se manifestassem com relação ao pedido de informações feito pelo Conselho Nacional de Justiça, através do seu corregedor.
Ele explicou que pela própria peculiaridade, todo deputado é responsável pela indicação das pessoas vinculadas à sua estrutura parlamentar, cabendo a cada um prestar a informação solicitada. “Não vejo qualquer obstáculo em repassar os dados solicitados pelo CNJ”, declarou.
Quanto ao nepotismo, ‘Belão’ garantiu que o problema já foi resolvido. No ano passado, o presidente da ALE confirmou que mantinha 12 parentes trabalhando em seu gabinete, e que até sua mãe já havia trabalhado em seu gabinete há alguns anos, mas foi exonerada.
Na ocasião, ‘Belão’ afirmou que só demitiria todos os seus familiares se os demais deputados também fizessem o mesmo em seus gabinetes. "Eu nunca escondi, nunca omiti que tenho parentes exercendo funções de confiança na Assembléia”, disse o deputado, na época em que as acusações de nepotismo foram feitas.
Em julho de 2008, a ALE decidiu pela demissão de todos os parentes de deputados da Casa que trabalhavam nos gabinetes.
Questionamentos
O deputado Nelson Azedo (PMDB) afirmou, ontem (18), que não vê como nepotismo o fato de um servidor da ALE ter parentesco com desembargadores. “Desta forma eles estariam sendo prejudicados”, ressaltou.
O pedido do CNJ a Assembleia foi questionado pelo deputado Libeman Moreno (PHS). Segundo ele, a iniciativa merece um estudo técnico da procuradoria, já que ainda existem dúvidas sobre as informações solicitadas. O presidente Belarmino Lins afirmou que a propositura seria encaminhada à Procuradoria.
Permitida reprodução deste citada a fonte.