Fonte: Portal G1, em São Paulo
O tenente-brigadeiro Ramon Cardoso, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, afirmou nesta quarta-feira (10) que as equipes que trabalham nas aeronaves em busca de vítimas do voo 447 da Air France não avistaram corpos. Foram avistados apenas destroços, que foram recolhidos pelos navios brasileiros.
O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes. O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro no dia 31 de maio às 19h30 (horário de Brasília) e fez o último contato de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha.
Segundo Cardoso, as buscas estão concentradas atualmente na região de Dakar. A área está mais longa por causa do deslocamento das correntes marítimas. Os navios brasileiros estão próximos ao local para poder rapidamente receber os corpos e mantê-los em condições adequadas para perícia.
"No momento em que for encontrado um corpo, ele será levado para um navio maior que tem condições de guardá-lo por mais tempo", afirmou.
O tenente-brigadeiro afirmou que a continuidade das buscas vai depender do número de corpos achados, das correntes marítimas e das condições meteorológicas. Na sexta-feira (12), será feita uma análise do que já foi encontrado para definir o encerramento das buscas.
"A nossa idéia inicial é de que até o dia 19 poderemos permanecer nas buscas em distâncias aceitáveis para as aeronaves e para os barcos", afirmou Cardoso, que ressalta que os navios franceses permanecerão no local por tempo indeterminado.
Definir esse prazo é necessário por causa do planejamento logístico que a operação de buscas demanda. Esse prazo também poderá ser prorrogado.
"A cada dia, a probabilidade de novos corpos surgirem fica menor. A corrente está levando os destroços para uma área distante, mas continuamos fazendo as buscas. A expectativa é saber se até o dia 19 teremos oportunidade de encontrar mais corpos", disse.
>>Fernando de Noronha
Nesta quarta-feira, os 16 primeiros corpos resgatados do mar deixaram Fernando de Noronha em direção ao IML do Recife, onde serão submetidos a perícia.
Os outros 25 corpos encontrados estão a bordo da Fragata Bosísio, que deixou a área de buscas em direção a Fernando de Noronha. O transporte dos corpos da embarcação para a ilha será feita por helicóptero e deve acontecer nesta quinta-feira (11).
Segundo Cardoso, nenhuma família pediu para acompanhar o trabalho da perícia no Recife. Somente após o trabalho no IML a identificação das vítimas poderá ser determinada.
>>Caixa-preta
Segundo Cardoso, navios franceses colaboram na busca por corpos e destroços. As equipes francesas também devem iniciar os trabalhos direcionados para a recuperação da caixa-preta nesta quinta-feira.
"Esses equipamentos que serão usados nas buscas já chegaram ao Brasil e foram embarcados em Natal. Técnicos contratados pelo Escritório francês de Investigação e Análise (DEA) farão o deslocamento do material até a área, para pesquisar o local possível onde ocorreu a queda da aeronave", afirmou.
Corpos que por acaso forem encontrados por esses navios também serão recolhidos e repassados a navios brasileiros para serem encaminhados à perícia no Recife. "Esses barcos são de pesquisa e não têm as condições ideais para manter por muito tempo os corpos recolhidos."
Permitida reprodução deste citada a fonte.
O tenente-brigadeiro Ramon Cardoso, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, afirmou nesta quarta-feira (10) que as equipes que trabalham nas aeronaves em busca de vítimas do voo 447 da Air France não avistaram corpos. Foram avistados apenas destroços, que foram recolhidos pelos navios brasileiros.
O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes. O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro no dia 31 de maio às 19h30 (horário de Brasília) e fez o último contato de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha.
Segundo Cardoso, as buscas estão concentradas atualmente na região de Dakar. A área está mais longa por causa do deslocamento das correntes marítimas. Os navios brasileiros estão próximos ao local para poder rapidamente receber os corpos e mantê-los em condições adequadas para perícia.
"No momento em que for encontrado um corpo, ele será levado para um navio maior que tem condições de guardá-lo por mais tempo", afirmou.
O tenente-brigadeiro afirmou que a continuidade das buscas vai depender do número de corpos achados, das correntes marítimas e das condições meteorológicas. Na sexta-feira (12), será feita uma análise do que já foi encontrado para definir o encerramento das buscas.
"A nossa idéia inicial é de que até o dia 19 poderemos permanecer nas buscas em distâncias aceitáveis para as aeronaves e para os barcos", afirmou Cardoso, que ressalta que os navios franceses permanecerão no local por tempo indeterminado.
Definir esse prazo é necessário por causa do planejamento logístico que a operação de buscas demanda. Esse prazo também poderá ser prorrogado.
"A cada dia, a probabilidade de novos corpos surgirem fica menor. A corrente está levando os destroços para uma área distante, mas continuamos fazendo as buscas. A expectativa é saber se até o dia 19 teremos oportunidade de encontrar mais corpos", disse.
>>Fernando de Noronha
Nesta quarta-feira, os 16 primeiros corpos resgatados do mar deixaram Fernando de Noronha em direção ao IML do Recife, onde serão submetidos a perícia.
Os outros 25 corpos encontrados estão a bordo da Fragata Bosísio, que deixou a área de buscas em direção a Fernando de Noronha. O transporte dos corpos da embarcação para a ilha será feita por helicóptero e deve acontecer nesta quinta-feira (11).
Segundo Cardoso, nenhuma família pediu para acompanhar o trabalho da perícia no Recife. Somente após o trabalho no IML a identificação das vítimas poderá ser determinada.
>>Caixa-preta
Segundo Cardoso, navios franceses colaboram na busca por corpos e destroços. As equipes francesas também devem iniciar os trabalhos direcionados para a recuperação da caixa-preta nesta quinta-feira.
"Esses equipamentos que serão usados nas buscas já chegaram ao Brasil e foram embarcados em Natal. Técnicos contratados pelo Escritório francês de Investigação e Análise (DEA) farão o deslocamento do material até a área, para pesquisar o local possível onde ocorreu a queda da aeronave", afirmou.
Corpos que por acaso forem encontrados por esses navios também serão recolhidos e repassados a navios brasileiros para serem encaminhados à perícia no Recife. "Esses barcos são de pesquisa e não têm as condições ideais para manter por muito tempo os corpos recolhidos."
Permitida reprodução deste citada a fonte.