Fonte: Agência EM TEMPO
Até a próxima sexta-feira, 88 técnicos que vão atuar no Laboratório de Biologia Molecular (LABMOL) da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (HEMOAM), participam de um treinamento para capacitação aplicado pelo professor do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT/USP), José Eduardo Levi. O LabMol deve começar a funcionar em 1° de agosto e vai permitir um diagnóstico avançado de doenças transmissíveis como HIV e hepatite C.
O novo laboratório é uma recomendação do Ministério da Saúde (MS) e vai funcionar junto ao banco de sangue do Hemoam. É o segundo laboratório desse tipo na região Norte e teve equipamentos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) por meio de convênio firmado no valor de R$ 488.780,00.
Dois cursos fazem parte do treinamento realizado no Hemoam: Técnicas de Biologia Molecular aplicada ao Diagnóstico da Hepatite C, e Otimização de Laboratório de BM em Banco de Sangue. Ambos são ministrados pelo professor do IMT/USP, José Eduardo Levi.
Segundo a pesquisadora do Departamento de Ensino e Pesquisa da Fundação Hemoam, Adriana Malheiro, por meio dos cursos, os profissionais do hemocentro estão aprendendo, basicamente, a manusear equipamentos e instrumentos do novo laboratório para realizar os exames de biologia molecular e a fazer a interpretação dos resultados das análises.
Esse exame é uma das duas análises a qual amostras dos doadores de sangue do Hemocentro da capital serão submetidas quando o LabMol estiver em funcionamento. Hoje, o HEMOAM realiza apenas o exame de sorologia, que de acordo com Malheiro, aponta apenas se a pessoa teve contato com algum vírus.
“Porém, o exame de sorologia não mostra se o paciente ainda está com o vírus. Já o exame de biologia molecular pode afirmar a presença do vírus no organismo e prever se a doença vai se manifestar”, explicou.
A recomendação do MS, em determinar que seja realizado além do exame de sorologia o de biologia molecular, é para diminuir o risco de contaminação com os vírus que transmitem HIV e a hepatite C entre doadores e receptores de sangue. “É mais uma técnica para reduzir os riscos transfusionais que vai ser associada à técnica de sorologia que já usamos”, observou.
“Além disso, o novo exame vai permitir um diagnóstico mais preciso sobre o sangue dos doadores e, se for o caso, encaminhar o indivíduo mais rapidamente para o hospital”, declarou.
Para a diretora-presidente do Hemoam, Dra. Leny Passos, o treinamento, iniciado ontem, é um momento importante e faz parte da fase de estruturação e adequação do LabMol. “Estamos trabalhando com muita garra para que o laboratório de biologia molecular inicie seus trabalhos já no mês de agosto. Por isso, precisamos capacitar nossos técnicos para que possamos oferecer mais um serviço à população”, disse Leny.
Permitida reprodução deste citada a fonte.
Até a próxima sexta-feira, 88 técnicos que vão atuar no Laboratório de Biologia Molecular (LABMOL) da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (HEMOAM), participam de um treinamento para capacitação aplicado pelo professor do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT/USP), José Eduardo Levi. O LabMol deve começar a funcionar em 1° de agosto e vai permitir um diagnóstico avançado de doenças transmissíveis como HIV e hepatite C.
O novo laboratório é uma recomendação do Ministério da Saúde (MS) e vai funcionar junto ao banco de sangue do Hemoam. É o segundo laboratório desse tipo na região Norte e teve equipamentos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) por meio de convênio firmado no valor de R$ 488.780,00.
Dois cursos fazem parte do treinamento realizado no Hemoam: Técnicas de Biologia Molecular aplicada ao Diagnóstico da Hepatite C, e Otimização de Laboratório de BM em Banco de Sangue. Ambos são ministrados pelo professor do IMT/USP, José Eduardo Levi.
Segundo a pesquisadora do Departamento de Ensino e Pesquisa da Fundação Hemoam, Adriana Malheiro, por meio dos cursos, os profissionais do hemocentro estão aprendendo, basicamente, a manusear equipamentos e instrumentos do novo laboratório para realizar os exames de biologia molecular e a fazer a interpretação dos resultados das análises.
Esse exame é uma das duas análises a qual amostras dos doadores de sangue do Hemocentro da capital serão submetidas quando o LabMol estiver em funcionamento. Hoje, o HEMOAM realiza apenas o exame de sorologia, que de acordo com Malheiro, aponta apenas se a pessoa teve contato com algum vírus.
“Porém, o exame de sorologia não mostra se o paciente ainda está com o vírus. Já o exame de biologia molecular pode afirmar a presença do vírus no organismo e prever se a doença vai se manifestar”, explicou.
A recomendação do MS, em determinar que seja realizado além do exame de sorologia o de biologia molecular, é para diminuir o risco de contaminação com os vírus que transmitem HIV e a hepatite C entre doadores e receptores de sangue. “É mais uma técnica para reduzir os riscos transfusionais que vai ser associada à técnica de sorologia que já usamos”, observou.
“Além disso, o novo exame vai permitir um diagnóstico mais preciso sobre o sangue dos doadores e, se for o caso, encaminhar o indivíduo mais rapidamente para o hospital”, declarou.
Para a diretora-presidente do Hemoam, Dra. Leny Passos, o treinamento, iniciado ontem, é um momento importante e faz parte da fase de estruturação e adequação do LabMol. “Estamos trabalhando com muita garra para que o laboratório de biologia molecular inicie seus trabalhos já no mês de agosto. Por isso, precisamos capacitar nossos técnicos para que possamos oferecer mais um serviço à população”, disse Leny.
Permitida reprodução deste citada a fonte.