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Política>> Polícia Federal prende ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro

segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 14.9.09 WIB Last Updated 2010-02-08T18:50:35Z
O ex-prefeito de Coari (AM), Adail Pinheiro foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã de hoje (14), em Manaus. Segundo o superintendente da PF no Amazonas, Sérgio Fontes, a ordem de prisão foi expedida pela juíza Ana Paula Braga, da 2ª Vara de Justiça de Coari. O ex-prefeito foi denunciado pelo Ministério Público do Amazonas (MP/AM)por exploração sexual infanto-juvenil e favorecimento à prostituição.

Adail Pinheiro foi preso em casa na capital amazonense e se entregou sem reação, segundo Fontes. Ele está detido na sede da PF, mas pode ser transferido para uma cela comum em cadeia pública.

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Em entrevista, o subprocurador-geral de Justiça do Ministério Público do Amazonas, Edílson Queiroz Martins, disse que a prisão de Adail Pinheiro foi cautelar.

“Essa prisão aconteceu para garantir a instrução criminal. O acusado estava se furtando a responder aos atos processuais e por isso foi detido para que, eventualmente, não venha a sabotar as provas”, destacou Martins.

O advogado do ex-prefeito, Alberto Simonetti, confirmou que a prisão aconteceu em caráter preventivo e informou que entrará nas próximas horas com um pedido de habeas corpus. “O ex-prefeito sempre esteve à disposição da Justiça. A prisão é preventiva e vamos analisar o procedimento”, afirmou.

A cidade de Coari está localizada a 370 quilômetros de Manaus e tem cerca de 67 mil habitantes. Ficou conhecida depois do início das obras para construção do Gasoduto Coari-Manaus. É o município que mais recebe royalties do petróleo e gás natural na Amazônia.

Adail Pinheiro foi prefeito do município por duas vezes, sendo o primeiro mandato (2001-2004) e a reeleição (2004-2008). O segundo mandato encerrou-se no fim do ano passado.

>>Adail no IPAT

De acordo com informações oficiais, o ex-prefeito de Coari está sob o período de 'convivência', em que ficará sozinho, em cela fechada, sem contato com familiares durante um período de 15 dias. Logo após este período, Adail estará no mesmo convívio dos demais presos, pelo motivo de não possuir diploma ou qualificação especial.

Fonte: Agência Brasil/ABr, com edição do MN.
Foto: Reprodução


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