As empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) dispõem de vagas em seus quadros para portadores de deficiência, mas exigem qualificação profissional. A legislação em vigor determina que as empresas cumpram um porcentual de admissão para deficientes de acordo com o número de empregados. Uma empresa que emprega entre 100 e 200 trabalhadores é obrigada a contratar 2% de trabalhadores deficientes.
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As informações foram dadas ontem (26) pela auditora fiscal da Superintendência de Trabalho e Emprego no Amazonas, Cleusa Barbosa, na abertura do Curso de Desenho Técnico para 16 portadores de deficiência, na Escola SENAI Demóstenes Travessa (Avenida Rodrigo Otávio, zona Sul). A auditora fiscal disse que tem empresa oferecendo até 300 vagas, mas é preciso que as associações de deficientes organizem seus cadastros para facilitar a inclusão no mercado de trabalho desses cidadãos.
Ela disse também que já está sendo elaborada lei para que o deficiente, ao ser admitido por uma empresa não perca o benefício de um salário mínio pago pela Previdência Social. O curso está sendo realizado pelo SENAI, em parceria com o Centro de Vida Independente (CVI), com objetivo de contribuir com a inclusão social desses cidadãos, promovendo a melhoria na qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais (PNE).
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As informações foram dadas ontem (26) pela auditora fiscal da Superintendência de Trabalho e Emprego no Amazonas, Cleusa Barbosa, na abertura do Curso de Desenho Técnico para 16 portadores de deficiência, na Escola SENAI Demóstenes Travessa (Avenida Rodrigo Otávio, zona Sul). A auditora fiscal disse que tem empresa oferecendo até 300 vagas, mas é preciso que as associações de deficientes organizem seus cadastros para facilitar a inclusão no mercado de trabalho desses cidadãos.
Ela disse também que já está sendo elaborada lei para que o deficiente, ao ser admitido por uma empresa não perca o benefício de um salário mínio pago pela Previdência Social. O curso está sendo realizado pelo SENAI, em parceria com o Centro de Vida Independente (CVI), com objetivo de contribuir com a inclusão social desses cidadãos, promovendo a melhoria na qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais (PNE).
O gerente da Escola Demóstenes Travessa, Eduardo Mattos, explicou que curso vai dar ao deficiente condições para concorrer ao mercado de trabalho em igualdade com qualquer outra pessoa, ressaltando que o SENAI está quebrando a justificativa de não contratar pessoa deficientes por falta de qualificação profissional.
O curso de Desenho Técnico vai preparar profissionais para a construção civil e terá carga horária de 80 horas, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30, vai permitir aos participantes a leitura correta de um desenho técnico, além de conhecimentos sobre geometria.
Fonte: Ass. de Comunicação Sistema FIEAM
Permitida reprodução deste citada a fonte.
O curso de Desenho Técnico vai preparar profissionais para a construção civil e terá carga horária de 80 horas, de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30, vai permitir aos participantes a leitura correta de um desenho técnico, além de conhecimentos sobre geometria.
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