A Polícia Federal (PF) informou nesta segunda-feira (9) que vai reconstituir, em abril, o cenário do laboratório de química, que explodiu no último dia 27 de fevereiro. As causas da explosão ainda são desconhecidas. Para o superintendente da PF no Amazonas, Sérgio Fontes, o mais provável é que tenha havido um acidente de trabalho. Na explosão três peritos da PF morreram e um agente ficou ferido.
No dia da explosão, os peritos, especialistas na área química, Max Augusto Neves Nunes, 33, Maurício Barreto da Silva Júnior, 36, e Antônio Carlos Oliveira, 45, faziam perícias em materiais apreendidos pela PF quando houve a explosão. Max Augusto morreu no momento do acidente, os outros dois morreram no dia 28.
Ontem o delegado responsável pelo inquérito, Caio Porto Ferreira, informou que, no início de abril, o cenário será reconstituído. “Iremos montar o cenário do acidente. Colocaremos os moveis que haviam no laboratório e com a ajuda das testemunhas saberemos as posições que estavam soa gentes da PF”, explicou ele.
A reconstituição só será feita, segundo o delegado, após a conclusão dos laudos pericial vindo de Brasília e do necrotério ( elaborado pelo Instituto Médico Legal – IML).
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