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quarta-feira, 22 de abril de 2009 | 22.4.09 WIB Last Updated 2009-04-23T02:13:56Z

Psicólogas da Casa Vhida levam aos adolescentes todos os cuidados sobre o HIV/AIDS

O uso do preservativo é a principal solução para evitar as Doenças Sexuamente Transmisíveis (DST's).
De: Jerry Araújo. E-Mail: manausmanabus@ymail.com
A Associação Amigos da Casa Vhida (AACH), realizou hoje (22), uma palestra na Escola Est. Sen. Manoel Severiano Nunes, localizada no bairro do Alvorada, zona Centro-Oeste de Manaus. Direcionada aos adolescentes sobre os cuidados quanto ao Vírus da Imuniodeficiência Humana (HIV/AIDS). As psicólogas Kátia Sebben (39) e Raica Damião (24), denominaram esta polêmica questão que envolve toda a sociedade.

De acordo com Kátia Sebben, a adolescência "É uma fase de profundas transformações biológicas, psicológicas e sociais. Onde o aparecimento dos primeiros caracteres sexuais e intensidade da libido e do desejo sexual na parte biológica, além da reorganização da personalidade psicológica", frisou.

>>Trabalhos dos pais e educadores

Segundo a psicóloga, a associação possui diversas reuniões para ambas as idades. "Aos sábados, nós, colaboradores da Casa Vhida, fazemos reuniões com os adolescentes infectados ou nçao, para que sejam feitos conversas palarelas e demonstrar a aqueles que possui o vírus, que, podem sim, ter acesso a sociedade de forma normal com outras pessoas. E quebrar o elo da vergonha e do preconceito de aqueles que não possui o vírus, para que tenham maiores informações. Além de reuniões com os adultos, realizado na nossa outra casam localizada no Centro da cidade", relatou a psicóloga.

>>Contaminação e prevenção

De acordo com a psicóloga Raica Damião, o vírus do HIV/AIDS pode ser transmitido de várias formas:

+AIDS como se pega e como não se pega.

Quando uma pessoa é contaminada pelo vírus da aids, vários fantasmas passam por sua cabeça. Um deles, o medo de contaminar os outros.No entanto, o hiv não é um vírus que se transmite facilmente.

Doar sangue, amamentar, fazer sexo sem proteção e compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas são atitudes de alto risco para a transmissão do hiv. Mas ações cotidianas como beber no mesmo copo, usar o mesmo banheiro, beijar, abraçar, entre outras, não oferecem o menor perigo.

>>Algumas das duvidas mais frequentes que as pessoas se perguntam

+Beijo na boca passa AIDS?

O beijo nunca foi estabelecido como forma de infecção pelo HIV. O que pode preocupar são sangramentos que a pessoa soropositiva por ventura tiver na gengiva. Feridas secas não conseguem transmitir o vírus.

+E a saliva?


A quantidade de HIV na saliva é muito pequena e, além disso, nela existem várias enzimas que protegem a boca de uma possível contaminação. Só há perigo de contaminação pelo HIV caso as duas pessoas tenham péssima higiene oral e sangramentos constantes na boca.

Uma pessoa que tem cuidados básicos com sua boca e costuma ir ao dentista não tem como transmitir o HIV através do beijo.

+Qual o risco de se contaminar no vaso sanitário?


Essa preocupação não deve existir. É muito mais fácil se contaminar por várias outras doenças em banheiro sujo do que pelo vírus da aids.

+Qual o risco no Dentista? E na acupuntura?


Todos os procedimentos de esterilização normalmente feitos num consultório dentário ou em um médico acupunturista são suficientes para eliminar o HIV.

+Qual o perigo de se praticar sexo oral com uma pessoa contaminada pelo HIV?


No sexo oral, a pessoa ativa não transmite o HIV porque não é possível transmiti-lo através da saliva. Já quem recebe a ejaculação de uma pessoa soropositiva na boca corre o sério risco de se contaminar. A secreção que sai do pênis antes da ejaculação, por ser em pouca quantidade e conter um número menor de vírus, dificilmente é capaz de contaminar alguém.

O ideal é usar preservativo também durante o sexo oral. Caso contrário, não se estenda por muito tempo nesta prática. Use-a apenas como preliminar. Desse modo, o risco de contaminação torna-se menor.

Quando a mulher soropositiva recebe o sexo oral, a probabilidade do parceiro ser contaminado é menor, pois a secreção feminina apresenta menos quantidade de vírus do que a ejaculação masculina. No entanto, durante ou próximo ao período menstrual, deve-se evitar essa prática, pois o risco aumenta muito.

O problema maior para quem pratica o sexo oral é pegar outras doenças venéreas, como sífilis, gonorréia ou herpes. Se houver feridas no pênis, o risco de transmitir o HIV é maior. Praticar sexo oral implica correr algum risco, mas você diminui esse risco se evitar a ejaculação na boca, contato com feridas no pênis ou na vagina e contato durante ou próximo ao período menstrual.

+O sangue contaminado pelo HIV entra em contato com outra pessoa. Qual o perigo nesse caso?


É muito pouco provável que aconteça o contagio em uma situação como essa. Se a pele da pessoa que não é soropositiva estiver íntegra, ela funciona como uma barreira eficaz contra o HIV.

Mas entrar em contato com o sangue de outra pessoa nunca é bom, soropositiva ou não. A possibilidade de contrair outras doenças como hepatite, por exemplo, é muito maior. Existem diversos tipos de microrganismos presentes na corrente sanguínea que são transmissíveis pelo sangue.

As pessoas fantasiam muito com a forma de contaminação. Ninguém se contamina por encostar-se em sangue com HIV. O vírus da aids precisa entrar na corrente sanguínea para contaminar alguém. Ou seja, para haver contaminação seria necessária uma grande quantidade de sangue caindo em cima de um corte profundo.

+Quanto maior a carga viral no sangue, ,maior o risco de se transmitir o HIV?


Sim. Quem tem mais vírus pode transmiti-lo com mais facilidade. Isso não quer dizer que quem tem carga viral baixa ou indetectável não transmite o HIV, quer dizer que a probabilidade é menor.

+Como Prevenir?

Reduzir ao máximo o número de parceiros sexuais. Quanto maior o número, maior a possibilidade de pegar AIDS.

A igreja recomenda a castidade antes e a fidelidade no casamento como única prevenção. Se não concordar com as exigências da moral cristã e tiver um ou mais parceiros sexuais, é mal menor usar camisinhas.

+Não usar drogas

Em caso de uso, usar seringas descartáveis. Quando receber transfusão de sangue certificar-se de que o sangue tenha sido previamente testado para detectar o vírus da AIDS.


>>Assim pega o HIV/AIDS

+Sexo na vagina sem camisinha
+Sexo anal sem camisinha
+Sexo oral sem camisinha
+Uso de seringa por mais de uma pessoa
+Transfusão de sangue contaminado
+Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
+Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados

>>Assim não pega o HIV/AIDS

+Sexo desde que se use corretamente a camisinha
+Masturbação a dois
+Beijo no rosto ou na boca
+Suor e lágrima
+Picada de inseto
+Aperto de mão ou abraço
+Sabonete/toalha/lençóis
+Talheres/copos
+Assento de ônibus
+Piscina
+Banheiro
+Doação de sangue
+Pelo ar

>>Trabalho da Casa Vhida à sociedade

Hoje atendendo a cerca de 30 crianças sob forma de internato , a Casa Vhida funciona também como creche e conta com uma infra-estrutura especialmente planejada para atender a esses menores.

As crianças recebem suporte psicológico e pediátrico ( nutricional e medicamentoso) , além de cuidados especiais prestados por funcionárias e pelas próprias mães de pacientes, que compõem o quadro funcional.

Cerca de 450 crianças se beneficiam semanalmente da doação de leite, além de receberem ainda ajuda com roupas, calçados e alimentos perecíveis, sempre que há disponibilidade.
O fornecimento de leite aos bebês filhos de mães portadoras do HIV é uma das prioridades da Associação , visto que a amamentação é contra-indicada nestes casos.

Em sua diretoria a Associação de Apoio à Criança com HIV conta com voluntários que procuram através da realização de eventos sociais e parcerias com Empresas e Fundações , conseguir recursos para a manutenção das crianças assistidas. A comunidade também participa através de doações e de eventos beneficentes realizados com o apoio dos nossos colaboradores.


>>Como ajudar a continuar este trabalho

+Doações em Bens e Alimentos

Rua Pedro Álvares Cabral, 395
Dom Pedro I, Manaus - AM
CEP 69040-060

Telefone: (92) 36561250

+Doações em Dinheiro

Banco Bradesco
Agência: 482-0
Conta: 624913-2
Titular: Associação de Apoio a Criança com HIV

Permitida reprodução deste citada a fonte.
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