Fonte: Jornal EM TEMPO
Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em dois locais que confeccionavam documentos falsificados, principalmente certificados de conclusão do curso. As delegacias de Controle de Segurança Privada (Delesp) e Regional Executiva (Drex) da Polícia Federal (PF) deflagraram ontem pela manhã a “Operação Scriptorium”. O objetivo foi cumprir dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3.ª Vara da Justiça Federal do Amazonas, em dois locais que confeccionavam documentos falsificados, entre eles certificados de conclusão de Ensino Médio.
Nos locais visitados pelos agentes da PF, uma residência localizada no bairro da Redenção, na Zona Centro-Oeste, e uma lan house, no Beco do Macedo, Nossa Senhora das Graças, Zona Sul, foram apreendidos cinco HDs, CDs e uma impressora. Os objetos eram utilizados na confecção dos documentos falsificados.
O titular da Delesp, delegado Marcelo Dias, informou que as investigações sobre as irregularidades encontradas em alguns diplomas começaram em abril de 2008. Os documentos eram entregues à PF por candidatos que procuravam o órgão para receberem autorização para atuarem como vigilantes profissionais. Mas no momento em que os papéis eram enviados para análise verificava-se as fraudes.
Até o momento cerca de 60 inquéritos já foram abertos pela PF para investigar a fraude. Todas as pessoas envolvidas vão responder pelos crimes de uso, falsificação de material e falsidade ideológica. De acordo com o delegado, nesta primeira fase não será necessário efetuar a prisão dos envolvidos, já que a ação é em caráter preventivo.
Segundo Marcelo, o valor dos certificados forjados variava de R$ 50 a R$ 300 R$. O delegado explicou que o crescimento da prática é decorrente da competitividade em relação ao grau de escolaridade entre os candidatos. Para poder concorrer a uma autorização para trabalhar como vigilante, expedida pela PF, a pessoa tem que possuir no mínimo o 4.º ano do Ensino Fundamental.
No momento em que o candidato não se insere nesse perfil, recorre ao certificado falsificado, que aparentemente se iguala a um original, e se inscreve para receber o registro. A grande maioria das falsificações, conforme levantamento feito pela PF, é realizada em computadores e impressoras de uso doméstico.
Apesar do grande número de procedimentos instaurados, as investigações são dificultadas pelo fato de haver um grande número de fraudadores e consequentemente a sua difícil identificação.
Permitida reprodução deste citada a fonte.
Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em dois locais que confeccionavam documentos falsificados, principalmente certificados de conclusão do curso. As delegacias de Controle de Segurança Privada (Delesp) e Regional Executiva (Drex) da Polícia Federal (PF) deflagraram ontem pela manhã a “Operação Scriptorium”. O objetivo foi cumprir dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3.ª Vara da Justiça Federal do Amazonas, em dois locais que confeccionavam documentos falsificados, entre eles certificados de conclusão de Ensino Médio.
Nos locais visitados pelos agentes da PF, uma residência localizada no bairro da Redenção, na Zona Centro-Oeste, e uma lan house, no Beco do Macedo, Nossa Senhora das Graças, Zona Sul, foram apreendidos cinco HDs, CDs e uma impressora. Os objetos eram utilizados na confecção dos documentos falsificados.
O titular da Delesp, delegado Marcelo Dias, informou que as investigações sobre as irregularidades encontradas em alguns diplomas começaram em abril de 2008. Os documentos eram entregues à PF por candidatos que procuravam o órgão para receberem autorização para atuarem como vigilantes profissionais. Mas no momento em que os papéis eram enviados para análise verificava-se as fraudes.
Até o momento cerca de 60 inquéritos já foram abertos pela PF para investigar a fraude. Todas as pessoas envolvidas vão responder pelos crimes de uso, falsificação de material e falsidade ideológica. De acordo com o delegado, nesta primeira fase não será necessário efetuar a prisão dos envolvidos, já que a ação é em caráter preventivo.
Segundo Marcelo, o valor dos certificados forjados variava de R$ 50 a R$ 300 R$. O delegado explicou que o crescimento da prática é decorrente da competitividade em relação ao grau de escolaridade entre os candidatos. Para poder concorrer a uma autorização para trabalhar como vigilante, expedida pela PF, a pessoa tem que possuir no mínimo o 4.º ano do Ensino Fundamental.
No momento em que o candidato não se insere nesse perfil, recorre ao certificado falsificado, que aparentemente se iguala a um original, e se inscreve para receber o registro. A grande maioria das falsificações, conforme levantamento feito pela PF, é realizada em computadores e impressoras de uso doméstico.
Apesar do grande número de procedimentos instaurados, as investigações são dificultadas pelo fato de haver um grande número de fraudadores e consequentemente a sua difícil identificação.
Permitida reprodução deste citada a fonte.