Fonte: EM TEMPO
A Calha do Juruá é a que mais sofre com as chuvas no Estado. Em Manaus, a cota do rio Negro se aproxima da enchente de 1953. Entre os municípios amazonenses o que mais vem sofrendo com o aumento do nível dos rios é o de Guajará (à 1.570 quilômetros de Manaus).
Localizado na Calha do Juruá, a área rural do município começou a sentir os efeitos do aumento da quantidade de chuvas na região. Em Manaus, a elevação do rio Negro, que estava sendo de oito centímetros por dia em fevereiro, recuou para a média de três centímetros diários no início de março, conforme o Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O primeiro alerta de cheia, emitido pelo órgão, só será divulgado no dia 31 deste mês.
De acordo com o monitoramento feito pela Defesa Civil do Estado e pelo CPRM, apesar das grandes enxurradas que vêm ocorrendo na cabeceira dos rios, não há indicação de que seja decretado estado de emergência em nenhum município do Amazonas.
Conforme o CPRM, a Calha do rio Juruá é que está mais próxima da cota de emergência. A região compreende as estações meteorológicas de Forte das Graças e Eirunepé. Em Forte das Graças a cota de emergência é de 26,51 metros, mas na última medição repassada a Manaus, ocorrida no dia 3, o nível do rio Juruá ficou em 26,18 metros, ou seja, 33 centímetros abaixo do nível de emergência. Na estação de Eirunepé, a cota de emergência é de 16,65 metros. No último dia 3, o rio Juruá, que também banha o município de Eirunepé, estava em 16,19 metros, 46 centímetros abaixo do nível de emergência.
Em Manaus, segundo o CPRM, o nível do rio Negro estava, ontem, em 26,40 metros, já em 1953, quando foi registrada a maior cheia na capital a cota, no dia 5 daquele ano, ficou em 25,99 metros. Conforme Daniel, no último dia 4 de fevereiro a cota do rio Negro estava em 24,99 metros, já na mesma data no ano da cheia histórica essa cota ficou em 23,13 metros, ou seja, 1,86 metro acima da cheia de 1953.
Permitida reprodução deste citada a fonte.
A Calha do Juruá é a que mais sofre com as chuvas no Estado. Em Manaus, a cota do rio Negro se aproxima da enchente de 1953. Entre os municípios amazonenses o que mais vem sofrendo com o aumento do nível dos rios é o de Guajará (à 1.570 quilômetros de Manaus).
Localizado na Calha do Juruá, a área rural do município começou a sentir os efeitos do aumento da quantidade de chuvas na região. Em Manaus, a elevação do rio Negro, que estava sendo de oito centímetros por dia em fevereiro, recuou para a média de três centímetros diários no início de março, conforme o Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O primeiro alerta de cheia, emitido pelo órgão, só será divulgado no dia 31 deste mês.
De acordo com o monitoramento feito pela Defesa Civil do Estado e pelo CPRM, apesar das grandes enxurradas que vêm ocorrendo na cabeceira dos rios, não há indicação de que seja decretado estado de emergência em nenhum município do Amazonas.
Conforme o CPRM, a Calha do rio Juruá é que está mais próxima da cota de emergência. A região compreende as estações meteorológicas de Forte das Graças e Eirunepé. Em Forte das Graças a cota de emergência é de 26,51 metros, mas na última medição repassada a Manaus, ocorrida no dia 3, o nível do rio Juruá ficou em 26,18 metros, ou seja, 33 centímetros abaixo do nível de emergência. Na estação de Eirunepé, a cota de emergência é de 16,65 metros. No último dia 3, o rio Juruá, que também banha o município de Eirunepé, estava em 16,19 metros, 46 centímetros abaixo do nível de emergência.
Em Manaus, segundo o CPRM, o nível do rio Negro estava, ontem, em 26,40 metros, já em 1953, quando foi registrada a maior cheia na capital a cota, no dia 5 daquele ano, ficou em 25,99 metros. Conforme Daniel, no último dia 4 de fevereiro a cota do rio Negro estava em 24,99 metros, já na mesma data no ano da cheia histórica essa cota ficou em 23,13 metros, ou seja, 1,86 metro acima da cheia de 1953.
Nível de raio solar alto na região
O calor que atingiu grande parte do país, ontem, causou elevação no nível dos raios ultravioletas e que causam problemas à pele. Por volta das 12h15, 13 capitais tinham o índice entre 11 e 13, numa escala que pode chegar a 14. Entre as cidades com nível elevado de raios ultravioletas estão Brasília, Aracaju, João Pessoa, Recife, Vitória, Rio de Janeiro, Curitiba, Macapá, Teresina, Campo Grande, Florianópolis, Maceió e Manaus. O alto índice aumenta os riscos de ocorrência de danos à pele, queimaduras e câncer. Ao meio dia, Manaus alcançou índice 11, considerado extremo numa escala que vai a 14.Permitida reprodução deste citada a fonte.