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Ensino articulado do SESI e SENAI propõe conhecimento convencional e técnico para 60 jovens

Publicado para Redação em quarta-feira, 7 de julho de 2010 | 7.7.10

Prestes a fazer dois meses de realização do Projeto de Educação Básica do SESI e Educação Profissional do SENAI (Ebep), as duas instituições comemoram o sucesso da iniciativa planejada e combinada da ação estratégica do Sistema Indústria em todos os Departamentos Regionais do SESI e SENAI como referência para o ensino articulado no país. O projeto atende 60 adolescentes que estão desde maio na Escola SENAI Demóstenes Travessa, participando em período integral das aulas do ensino convencional e técnica nas áreas de Instalador Hidráulico e Eletricista Instalador Predial.

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De acordo com a pedagoga do SENAI, Lilian Dutra, a metodologia do Ebep vem preencher a lacuna existente entre aqueles que concluíram seus estudos na época certa, com condições de ocupar espaço no mercado de trabalho, e aqueles que, por diversos motivos, tiveram trajetória de estudos interrompida e hoje buscam oportunidade de concluir o conteúdo escolar e recuperar o tempo perdido, adquirindo as competências que lhes são necessárias para competir em igualdade de condições no mundo do trabalho.

“Temos jovens entre 18 anos a 22 anos, que já concluíram o Ensino Fundamental e desejam melhor condição de vida por meio do ensino articulado do SESI e do SENAI. E a bagagem de informações adquiridas por ambas instituições faz a diferença na conquista de um emprego seguro e renda familiar garantida”, disse a pedagoga Lilian.

As duas instituições investem no futuro desses novos profissionais da construção o valor de R$ 266.300,00, sendo R$ 92.300 na educação básica e R$ 174.000,00 na educação profissional até a conclusão dos dois anos do projeto.

O objetivo da ação é propiciar aprendizado e vivência profissional em situações concretas de trabalho, possibilitando participação efetiva sobre o campo de atuação, bem como o desenvolvimento de competências face às exigências do mercado de trabalho.

A programação do curso é dividida em dois horários. No turno matutino os professores do SESI ficam responsáveis pelas 1.488 horas de disciplinas ministradas por módulos. Já no turno vespertino são realizadas 1.600 horas teóricas e práticas no SENAI e estágio supervisionado dentro da empresa.

Os 60 alunos já firmaram com a empresa de construção civil Camargo Corrêa. Segundo a representante da empresa, Maria do Socorro Vasconcelos, a Camargo Corrêa disponibilizará meio salário mínimo para cada aluno para custear sua alimentação e 42 vales-transporte mensais durante o tempo de estudo. A estrutura física e os recursos da meia bolsa de R$ 255,00 e são oferecidos ao aluno sem nenhum custo.

“Os alunos terão direito a carteira assinada e todos os benefícios de um trabalhador. A empresa aderiu a essa iniciativa não apenas pela obrigatoriedade de investir em aprendizagem, mas porque acredita na importância de investir no capital humano, a fim de qualificar para ter pessoas que atendam as necessidades de nosso mercado”, diz.

Para o aluno Alan Barbosa, de 20 anos, o grande fator motivacional para participar do ensino articulados é a oportunidade de aprender e executar o aprendizado na indústria da construção civil, ganhando a chance de dar continuidade a sua profissão logo após a experiência do estágio.

“Estou ansioso para participar da minha primeira experiência como um técnico instalador hidráulico. A expectativa de ser um bom profissional no mercado me faz ser um aluno dedicado nos estudos tradicionais como português e outras disciplinas”, comenta Alan.

Outra vantagem apontada pela jovem Helen Cristina, de 19 anos, é a metodologia modulares das disciplinas que facilita o entendimento de assuntos de difícil compreensão para ela como a matemática.

Ao concluir as duas programações no prazo médio de dois anos, o aluno recebe certificado do Ensino Médio e de Qualificação Profissional.

A jovem Helen soube do Programa do ensino articulado na Escola Estadual Dorval Porto, localizada no bairro Betânia, onde cursava o 1º ano do Ensino Médio, à noite. Para ela, o convite foi mais uma chance de apostar no futuro. Antes de se inscrever no Ebep, Helen foi operadora de caixa de uma grande rede de supermercado no período da manhã e início da tarde, recebendo o salário mínimo. “Mesmo com um emprego formal eu não tive dúvida de optar pelo estudo integral de oito horas por dia, pois tinha certeza que receberia metade do dinheiro, porém duplicaria as oportunidades de vencer e ser uma universitária do curso de engenharia civil”, ressalta a aluna.

Fonte: Ass. de Comunicação Sistema FIEAM
Foto: Divulgação


Permitida reprodução deste citada a fonte.

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